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Publicada em 28/01/2010
Referência mundial por suas práticas de manejo florestal, o Brasil utiliza exclusivamente florestas plantadas de pínus e eucalipto para produção de celulose e papel. “Desde a base florestal, a preservação é um aspecto presente em todas as etapas do processo produtivo – seja no manejo do solo, no uso dos recursos hídricos e também nos processos de manufatura”, afirma Elizabeth de Carvalhaes, presidente executiva da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).
Dos 5,5 milhões de hectares de florestas plantadas do Brasil, 1,7 milhão de hectares correspondem às áreas de plantio de pínus e eucalipto para produção de celulose e papel, o que representa 0,2% das terras agriculturáveis do País. Promovendo ganhos ambientais, as florestas plantadas colaboram na recuperação de áreas degradadas e na redução dos efeitos do aquecimento global. Além disso, o setor preserva e mantém intactos 2,8 milhões de hectares de matas nativas. São as áreas de preservação permanente, reservas florestais e trechos de Mata Atlântica que favorecem o crescimento saudável das espécies cultivadas e a preservação da biodiversidade regional.
Mudanças climáticas -
A discussão mundial sobre mudanças climáticas também coloca as florestas plantadas em posição de destaque, visto que são fontes de energia limpa e renovável e seqüestram grandes volumes de gás carbônico da atmosfera. “Se juntarmos o tripé formado por florestas plantadas, matrizes energéticas limpas e o seqüestro de carbono, fica claro que o Brasil está minimizando o aquecimento global em três frentes. O setor de celulose e papel tem potencial para atuar como protagonista no combate às alterações climáticas”, afirma Elizabeth de Carvalhaes.
As florestas plantadas brasileiras são certificadas por órgãos reconhecidos internacionalmente, tais como o Programa Nacional de Certificação Florestal (Cerflor) – regulamentado pelo Inmetro – e o
Forest Stewardship Council (FSC).
FONTE: SITE BRACELPA